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Hospital Inteligente e rede de UTIs conectadas têm contrato de gestão assinado

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Hospital Inteligente e rede de UTIs conectadas têm contrato de gestão assinado
Imagem ilustrativa.

O Ministério da Saúde assinou, em 20 de outubro, o contrato de gestão do Hospital Inteligente e da Rede de UTIs conectadas com o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente do Brasil (ITMI).

O contrato

O contrato de gestão assinado com o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente do Brasil (ITMI) apoia a implantação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão do SUS. A iniciativa inclui a criação do Hospital Inteligente e a gestão e ampliação de uma rede de UTIs conectadas.

A estratégia combina conectividade, integração de dados e inteligência artificial para identificar riscos precocemente, organizar leitos e apoiar a decisão clínica. As decisões sobre o cuidado dos pacientes continuam sendo responsabilidade dos profissionais de saúde.

O Hospital Inteligente

Instalado em São Paulo, o Hospital Inteligente terá cerca de 800 leitos (250 de emergência, 350 de UTI e 200 de enfermaria) e atuará em medicina de emergência, terapia intensiva e neurologia. O centro cirúrgico contará com 25 salas, com capacidade para cerca de 27 mil cirurgias por ano, e a estrutura poderá realizar até 190 mil internações anuais.

Entre as tecnologias previstas estão leitos híbridos, que podem ser adaptados de enfermaria para UTI conforme a necessidade; ambulâncias conectadas por 5G, que transmitem informações clínicas durante o transporte; um centro de comando que monitora os leitos em tempo real; e um prontuário integrado do atendimento pré-hospitalar até a alta.

O início da operação está previsto para o segundo trimestre de 2029. Uma das principais metas é reduzir o tempo médio de permanência na emergência de 17 para 4 horas em até quatro anos de funcionamento.

UTIs conectadas

A Rede de UTIs conectadas já reúne 60 leitos em 6 hospitais, distribuídos pelas cinco regiões do país, e deve chegar a 280 leitos em 14 hospitais. Nesse modelo, especialistas em terapia intensiva acompanham os pacientes à distância, em tempo real, 24 horas por dia, e apoiam as equipes locais.

Sistemas de monitoramento contínuo e inteligência artificial ajudam a identificar sinais de agravamento, como sepse e insuficiência respiratória. As metas incluem que 85% das UTIs elegíveis alcancem os objetivos de melhoria e que os eventos adversos relacionados à assistência caiam pelo menos 10%.

Financiamento e metas

O financiamento inclui uma operação de crédito de US$ 320 milhões com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). O contrato de gestão prevê 78 indicadores, e os pagamentos estão vinculados ao cumprimento das metas, com possibilidade de desconto em caso de entregas não realizadas.

Proadi-SUS

Na mesma ocasião, o Ministério da Saúde assinou os termos do Proadi-SUS para o triênio 2027-2029, com a participação de sete hospitais de excelência. O programa apoia projetos voltados a ampliar o acesso à atenção especializada, enfrentar filas, qualificar a assistência e fortalecer a pesquisa e a gestão no SUS.

Fonte original

“Ministério da Saúde assina contrato de gestão do Hospital Inteligente e da Rede de UTIs conectadas”, publicado em 20/10/2026.

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Resumo elaborado pela MedicGLOBAL a partir da publicação oficial, como referência informativa. Não se trata de comunicado da MedicGLOBAL. Em caso de divergência, prevalece o texto da fonte.

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